segunda-feira, 9 de setembro de 2013

“Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar: capitão Bruno, do BP Choque” em 7 de setembro

7 DE SETEMBRO RELEMBRA DITADURA MILITAR DE 64
Capitão da PM de Brasília fica extremamente Feliz ao disparar spray

Entenda :

"Porque eu quis”, diz capitão do Distrito Federal ao disparar gás contra manifestantes

Circula na internet desde a manhã deste domingo (08) um vídeo de um grupo de manifestantes durante ato no Distrito Federal, na tarde de ontem. Nas cenas, o grupo e a Tropa de Choque da Polícia Militar conversam sobre quais as intenções do protesto.

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Capitão é filmado disparando gás contra grupo de manifestantes. (Foto: Reprodução)Um oficial diz aos ativistas qual o limite do movimento e avisa: “Se passar deste limite, pode jogár o gás”. Segundos depois, o policial identificado como capitão Bruno inicia uma nova conversa com os manifestantes. “A partir do momento que vocês definirem o objetivo, a gente pode definir metas para vocês”, diz.

Um dos integrantes do movimento responde: “Nosso objetivo é chegar no congresso com a nossa bandeira”. Depois, em determinado momento, Bruno e outro PM são filmados jogando gás contra o grupo.

Então, um manifestante questiona o ato. “A gente não ultrapassou o limite que o senhor impôs. Mesmo assim, o senhor agrediu a gente. Por quê?”, perguntou.

Sorrindo para a câmera, o PM responde: “Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar: capitão Bruno, do BP Choque”.

Capitão diz nome e assume disparo de gás para as câmeras. (Foto: Reprodução)Na internet, o vídeo ganhou comentários negativos sobre o suposto ato arbitrário.

O Yahoo entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Militar do Distrito Federal, que disse não ter recebido nenhum comunicado oficial de algum superior sobre o assunto e a veiculação do vídeo.

Em conversa com o portal, o sargento Edimar disse que não tinha recebido  explicou que a PM DF está sem conexão com a internet desde as 7h deste domingo, 8.

Mais tarde, via e-mail, a assessoria informou que "o comando da corporação determinou o encaminhamento do link informado para o Departamento de Controle e Correição (Corregedoria), no intuito analisar e avaliar se é o caso de instaurar procedimento apuratório." 


JORNAL DE BRASÍLIA REVELA: 

Violência e deboche gravados

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Da Redação, com agências
redacao@jornaldebrasilia.com.br

Embora a ação da polícia tenha sido elogiada pela Secretaria de Segurança, relatos de manifestantes de sábado, que denunciaram o uso da força sem necessidade, são comprovados por meio de imagens. Um vídeo divulgado   na internet mostra um capitão do Batalhão de Choque da PM  atingindo intencionalmente manifestantes com spray de pimenta   durante o protesto no Dia da Independência.

No vídeo, feito por ativistas, os manifestantes atingidos não estavam agindo violentamente nem tentando passar pelo limite imposto. O manifestante que faz as imagens pergunta, então, por que o capitão havia jogado o gás. "Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar, tá bom? Capitão Bruno, BP Choque", respondeu o policial.

O chefe da assessoria da SSP-DF, Carlos Carone, disse que tinha conhecimento do vídeo. Ele informou que o caso só será investigado se uma queixa formal for feita à Corregedoria da PM. O mesmo vale para outras agressões cometidas contra manifestantes ou jornalistas.

"Os que se sentem agredidos, ofendidos ou ameaçados têm que fazer a denúncia na corregedoria. Se não há denúncia, fica como se não houvesse crime", afirmou.


Punição

Se houver denúncias, os casos serão investigados e os policiais podem ser punidos com advertências leves ou até prisão militar. Carone disse que eventuais excessos da polícia   são punidos exemplarmente e que, por isso, abusos não são comuns na corporação.
Questionado sobre um vídeo publicado ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo, que mostra dois manifestantes, já presos, sendo agredidos pela polícia, Carone respondeu que não era possível saber se o vídeo era realmente deste sábado. Ele afirmou que os policiais que aparecem nas imagens serão ouvidos sobre o caso.

Agressões a profissionais da imprensa

A reportagem questionou a assessoria de imprensa da PM sobre o vídeo postado ontem e sobre o uso de spray de pimenta também contra jornalistas. Há inúmeros registros de policiais atingindo intencionalmente profissionais de imprensa. O assessor, que se identificou como sargento Gomes, não quis se manifestar e disse que não iria acionar o comandante-geral da PM, Jooziel de Melo Freire.


A assessoria do governo Agnelo disse que as denúncias   serão investigadas pela corregedoria.




Após truculência em protesto, ato público vai pedir afastamento de capitãoImagens registram excessos de policiais contra manifestantes e jornalistas durante o Sete de Setembro. A ação foi repudiada por diversas entidades, entre elas a Abert e a Fenaj

Publicação: 09/09/2013 06:35 Atualização: 09/09/2013 07:12
Três fotógrafos e um repórter do Correio foram agredidos enquanto faziam a cobertura das manifestações, entre eles Monique Renne (D) (Ueslei Marcelino/Reuters)
Três fotógrafos e um repórter do Correio foram agredidos enquanto faziam a cobertura das manifestações, entre eles Monique Renne (D)


A segurança se preparou para o Sete de Setembro com um forte esquema na área central de Brasília. Pelo menos 4 mil PMs foram colocados nas ruas. Para garantir as comemorações do Dia da Independência, alguns cometeram excessos registrados em vídeo e fotos. Na área central, manifestantes pacíficos e jornalistas foram agredidos. A ação policial repercutiu em sites e jornais de todo o mundo e foi repudiada por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) e que representam a imprensa brasileira.

Jornalistas do Correio e de outros veículos se tornaram alvo da ação truculenta do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães). Os profissionais da imprensa, que portavam crachás de identificação, foram atingidos por bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, além spray de pimenta e balas de borracha.

Carlos Vieira (E) precisou de ajuda para se recuperar; André Coelho, de O Globo, foi atingido por bala de borracha  (Breno Fortes/Iano Andrade/CB/DA Press)
Carlos Vieira (E) precisou de ajuda para se recuperar; André Coelho, de O Globo, foi atingido por bala de borracha


 Breno Fortes (E) foi empurrado quando tentava ajudar colega; Arthur Paganini também foi empurrado e atingido por spray (Monique Renne/Breno Fortes/CB/DA Press)
Breno Fortes (E) foi empurrado quando tentava ajudar colega; Arthur Paganini também foi empurrado e atingido por spray


O ataque ocorreu na Praça das Fontes, em frente à Torre de TV, por volta das 14h40, quando a manifestação estava controlada, e o grupo de manifestantes disperso. “Sofri um ataque policial quando a situação entre a polícia e os manifestantes já havia sido controlada e num local onde só havia repórteres. Fui fotografar uma colega que tinha levado spray de pimenta no rosto e um outro policial jogou três jatos no meu rosto. Perdi o ar”, ressaltou a repórter fotográfica do Correio Monique Renne.

Repúdio

O uso de spray de pimenta por policiais do BPChoque da PMDF foi flagrado por um manifestante que tentava chegar ao Congresso Nacional com uma bandeira. No vídeo, registrado próximo à Rodoviária do Plano Piloto pelo grupo BH Protesta, é possível identificar um cinegrafista e um outro homem sendo atingidos pelo jato. A imagem mostra policiais militares impedindo o grupo de seguir com a bandeira a partir de um determinado ponto.

Questionado pelo cinegrafista sobre a ação, o comandante do BPChoque, capitão Bruno Rocha, confirmou que agiu deliberadamente e ironizou a situação. “Sim, (usei o spray) porque eu quis. Pode ir lá (à Corregedoria da PMDF) denunciar.” Indignados, pelo menos 400 jovens marcaram, pelas redes sociais, uma manifestação para quinta-feira. Eles pedirão a demissão do capitão Bruno.

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Fonte:





QUEM É O POLICIAL DE BRASÍLIA ?

Como em todo lugar, Pessoas Honestas e Desonestas envolvida na criminalidade e em política, desrespeitando a dignidade humana.


Policial militar integrava quadrilha que assaltava residências em BrasíliaEntre os presos estão um policial militar. A quadrilha praticava os crimes desde outubro de 2012

Publicação: 09/09/2013 09:17 Atualização: 09/09/2013 12:23
Quatro pessoas, entre elas um policial militar, foram presas em flagrante, por volta das 5h desta segunda-feira (9/9) em Ceilândia, suspeitas de integrar uma quadrilha que assaltava residências no Distrito Federal. A operação também apreendeu armas de uso restrito, veículos, dinheiro e objetos roubados.

As prisões foram realizadas quando o sargento da PM Eduardo Seixas Dourado, de 49 anos; Francisca Eversina Holanda dos Santos Fernandes, 39 anos; o gesseiro William Soares, 33 anos; e Jorge Luiz de Brito, 32 anos, roubavam uma casa na QNM 34.

Segundo a polícia, William e Jorge entraram na casa e prenderam as vítimas em um cômodo. Enquanto isso, Eduardo e Francisca ficaram do lado de fora da residência porque rondavam a região para ver se havia policiais por perto. No entanto, policiais civis já estavam de campana no local do crime.

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Eduardo e William que apontavam para o grupo qual seria a melhor casa para roubar. William assaltou casas em que fez reformas. De acordo com o delegado-chefe da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), Fernando César Costa, a quadrilha praticava os crimes desde outubro de 2012. Eles roubavam casas no DF e no Entorno.

O grupo foi autuado por roubo triplamente qualificado, formação de quadrilha e restrição das vítimas. William e Jorge também vão responder por porte ilegal de armas. Francisca, Jorge e William estão presos no Departamento de Polícia Especializada (DPE) e Eduardo encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EM 6 DE SETEMBRO, POPULAÇÃO PROTESTA EM BRASÍLIA POR MORADIA


Na EPTG, Estrutural e BR-020, grupos atearam fogo em pneus e vias foram bloqueadas

Publicação: 06/09/2013 09:49 Atualização: 06/09/2013 12:34

Manifestantes colocam fogo em pneus na BR-020 (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)
Manifestantes colocam fogo em pneus na BR-020


Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) bloquearam a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a Estrutural e a BR-020, na manhã desta sexta-feira (6/9). Os protestos terminaram por volta das 11h e o líder do movimento, Rogério da Cunha, foi levado para a delegacia junto com outras oito pessoas. 

De acordo com Cunha, cerca de mil pessoas reivindicavam a aprovação de um projeto de lei que pretende dar auxilio moradia a famílias carentes. Segundo manifestantes, o grupo celebra o dia do Grito dos Excluídos, criado por eles para protestar contra as condições precárias da periferia do Distrito Federal. 

Na BR-020, manifestantes usam cartazes para protestar  (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)
Na BR-020, manifestantes usam cartazes para protestar

Na BR-020, próximo a Planaltina, o grupo ateou fogo em pneus para exigir a regularização do assentamento Nova Planaltina. A Polícia Militar negociou com os manifestantes, que aceitaram deixar o local. O Corpo de Bombeiros foi chamado para apagar as chamas.

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Manifestantes bloqueia via marginal da EPTG, sentido Plano Piloto  (Bruno Peres/CB/D.A Press)
Manifestantes bloqueia via marginal da EPTG, sentido Plano Piloto


Na EPTG, 100 pessoas bloquearam a via marginal, na altura da residência oficial do governador, sentido Plano Piloto, durante cerca de uma hora. O protesto também bloqueou vias com pneus e fogo.  A PM chegou ao local e dispersou os manifestantes com gás lacrimogêneo. Uma gestante e outras duas pessoas foram levadas para o hospital.  

EPTG: PM conteve protesto com uso de gás lacrimogêneo e três pessoas tiveram de ser socorridas pelo Corpo de Bombeiros  (Bruno Peres/CB/D.A Press)
EPTG: PM conteve protesto com uso de gás lacrimogêneo e três pessoas tiveram de ser socorridas pelo Corpo de Bombeiros


Os bombeiros chegaram ao local e conseguiram apagar as chamas. A Tropa de Choque da PM conseguiu retirar os pneus e a via foi liberada. 

Na Estrutural, cerca de 200 manifestantes bloquearam a via ateando fogo em pneus, na altura do posto policial, sentido Plano Piloto. O grupo reivindicava por mais escolas e postos de saúde na periferia do DF e contra a especulação imobiliária da Terracap. A polícia conseguiu impedir que o grupo continuasse queimando os pneus. Os manifestantes começaram a caminhar pela rodovia e tentaram atear fogo novamente, mas foram contidos pela PM, que reagiu com spray de pimenta.  

De acordo com os manifestantes, a polícia reagiu quando a pista já estava obstruída e o grupo ocupava o gramado.

Com informações de Thalita Lins, Sheila Oliveira e Luiz Calcagno 

PROTESTO EM DIVERSOS PONTOS É A MARCA DO 7 DE SETEMBRO EM BRASÍLIA



Protestos em diversos pontos do Distrito Federal marca a manhã desta sexta-feira, 6. Na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), um grupo de 80 pessoas bloqueou a marginal da via, em frente a residência oficial do governador, sentido Plano Piloto.  De acordo com o Corpo de Bombeiros, os protestantes atearam fogo em pneus impedindo a passagem na via. A Policia Militar conseguiu afastar os manifestantes do local, mas o trânsito continua lento.

Na Estrutural, outro grupo fechou a pista Sul, impedindo o trânsito na via. Já na BR-020, cerca de 30 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) atearam fogo em pneus, próximo a Planaltina. O grupo reivindica a regularização do assentamento Nova Planaltina. A Polícia Militar está no local e tenta negociar com os manifestantes. O trânsito no local está parado. 

7 de setembro

O dia 7 de setembro, neste sábado, deverá ser marcado por manifestações em todo o Brasil. Os atos organizados nas redes sociais já têm adesão de milhares de internautas. Estão previstos protestos em ao menos 135 cidades de todos os Estados. Na página do 'Maior protesto da História do Brasil' no Facebook, que organiza informações sobre as manifestações programadas para este sábado, mais de 395 mil pessoas confirmaram presença.

O movimento intitulado 'Operação Sete de Setembro', apoiado por grupos como Anonymous Brasil e Brasil Contra Corrupção, se apresenta como apartidário. Entre as principais reivindicações estão o combate à corrupção, a prisão dos condenados no julgamento do mensalão, a reforma tributária e o fim do voto obrigatório. As pautas foram votadas por meio de uma enquete online durante 14 dias e receberam mais de 26 mil votos.

No Estado de São Paulo, há quarenta cidades com manifestações programadas para o sábado. Só na capital paulista, mais de 21 mil pessoas confirmaram presença para o ato previsto para as 14h, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.

Pelo menos quatro manifestações estão marcadas em pontos distintos do Distrito Federal, como Congresso e Museu Nacional. Em Brasília, cerca de 28 mil pessoas estão confirmadas em diferentes páginas da rede. No Rio de Janeiro, 16 mil pessoas são esperadas no protesto na Cinelândia. Até mesmo brasileiros que moram na Nova Zelândia programaram, na cidade de Christchurch, um ato em solidariedade às manifestações.

Atenção Redobrada em Brasília

Os eventos programados para o 7 de Setembro, em Brasília, deverão reunir cerca de 150 mil pessoas em um raio de 5 quilômetros (km) na área central da cidade, onde fica a Esplanada dos Ministérios. A estimativa foi divulgada pela Secretaria de Segurança do Distrito Federal, que deslocará um contingente de 4 mil policiais militares (PMs), 320 bombeiros, 150 policiais civis e 110 agentes do Departamento de Trânsito (Detran) para atender ao fluxo de pessoas esperadas na capital e cuidar das alterações no tráfego de veículos. No total, 6.250 policiais militares estarão nas ruas no sábado em todo o Distrito Federal.

A Secretaria de Segurança do DF terá em funcionamento, a partir das 5h, um centro integrado de controle, com a participação de todos os comandos de segurança. Na área da Esplanada, haverá três delegacias em funcionamento e um comando móvel da PM e dos bombeiros sediados próximos à catedral.



Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br, com agências - consultado em 06.09.2013

Manifestações devem reunir 50 mil pessoas no 7 de Setembro em Brasília

Mais 6 mil policiais militares estarão nas ruas no sábado em todo o DF

Publicação: 05/09/2013 14:18 Atualização: 06/09/2013 09:13

Os secretários de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, e Extraordinário da Copa 2014, Claudio Monteiro, anunciam o plano de segurança que será adotado no dia 7 de Setembro (Marcello Casal Jr./ABr)
Os secretários de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, e Extraordinário da Copa 2014, Claudio Monteiro, anunciam o plano de segurança que será adotado no dia 7 de Setembro


A expectativa é que entre 40 mil e 50 mil pessoas compareçam aos protestos, aumentando o fluxo de pessoas que assistirão ao desfile – previsto para começar às 9h10, na Esplanada, em frente ao Palácio do Planalto; e terminar às 10h, próximo ao Teatro Nacional e a Rodoviária do Plano Piloto. A estimativa foi divulgada pela Secretaria de Segurança do Distrito Federal, que deslocará um contingente de 4 mil policiais militares (PMs), 320 bombeiros, 150 policiais civis e 110 agentes do Departamento de Trânsito (Detran) para atender ao fluxo de pessoas esperadas na capital e cuidar das alterações no tráfego de veículos. No total, 6.250 policiais militares estarão nas ruas no sábado em todo o Distrito Federal.

Na manhã do feriado nacional, são esperadas 30 mil pessoas no desfile cívico, que terá a presença da presidenta Dilma Rousseff e de outras autoridades. A segurança no local também será feita pelas Forças Armadas. Segundo o Ministério da Defesa, há uma tropa destinada para atuar em caso de reforço. De acordo com a Defesa, baseada em eventos anteriores, como a Copa das Confederações e outras manifestações que já ocorreram na cidade, espera-se que não haja a necessidade de mobilização das Forças Armas. A Secretaria de Segurança do DF terá em funcionamento, a partir das 5h, um centro integrado de controle, com a participação de todos os comandos de segurança. Na área da Esplanada, haverá três delegacias em funcionamento e um comando móvel da PM e dos bombeiros sediados próximos à catedral.

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Às 16h, a Seleção Brasileira de Futebol joga um amistoso contra a Austrália no Estadio Nacional Mané Garrincha. A estimativa é que 68 mil torcedores compareçam. Na área do estádio, haverá um adicional de aproximadamente 2 mil policiais militares. No interior do Mané Garrincha, ainda haverá a atuação de seguranças privados e de uma delegacia da Polícia Civil.

O secretário extraordinário da Copa, Cláudio Monteiro, orienta que bolsas, mochilas, bandeiras com mastros e objetos semelhantes não sejam levados ao estádio, para facilitar a revista das pessoas e evitar filas. Para estacionar, os torcedores deverão parar os carros no Parque da Cidade, nos estacionamentos 1, 2, 11 e 12. Haverá ônibus disponíveis para fazer o transporte até o estádio, a R$ 1,50, a partir da 13h – quando os portões serão abertos. "Há expectativa de muitas movimentações sociais em razão do 7 de Setembro e do jogo do Brasil. Estamos procurando, com o serviço de inteligência, nos antecipar a eventuais manifestações que usem de maior agressividade e violência, para tentar impedir isso", informou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar.

Segundo ele, apesar de as manifestações serem legítimas, a secretaria entende que os protestos não podem impedir a circulação pacífica e segura das demais pessoas. "Faço um apelo aos manifestantes, que não se juntem e não apoiem atos de vandalismo que tentarão ser promovidos por grupos menores. Temos informações, inclusive, de pessoas de outros estados, que vêm a Brasília fazer isso", disse o secretário. Além do desfile, do jogo e das manifestações, estão agendados para a área central da cidade um festival cultural na praça do Museu da República, o Celebra Brasília, a partir das 18h30; e o Congresso Nacional dos Médicos, no Centro de Convenções. No festival, são esperadas 15 mil pessoas, no congresso, 4 mil.

Em relação ao trânsito, as vias N1 e S1 estarão fechadas a partir das 5h devido ao desfile na Esplanada. Nessa área, as vias serão abertas após o término do evento. Próximo ao estádio, as ruas só abrirão com o término do jogo e o deslocamento dos torcedores, por volta das 19h30. Para circular pelo local, serão reforçadas as linhas de ônibus circular no trajeto da Rodoviária do Plano Piloto à rodoferroviária (até as 12h30) e da rodoviária à Funarte, próximo ao estádio (das 13h às 20h). O metrô estará funcionará das 7h às 20h. No Parque da Cidade e no Centro de Convenções haverá também reforço nos pontos de táxi.
FONTE consultada em 06.09.2013

 (GDF/Divulgação)