Capitão da PM de Brasília fica extremamente Feliz ao disparar spray
Entenda :
"Porque eu quis”, diz capitão do Distrito Federal ao disparar gás contra manifestantes
Circula na internet desde a manhã deste domingo (08) um vídeo de um grupo de manifestantes durante ato no Distrito Federal, na tarde de ontem. Nas cenas, o grupo e a Tropa de Choque da Polícia Militar conversam sobre quais as intenções do protesto.
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Um oficial diz aos ativistas qual o limite do movimento e avisa: “Se passar deste limite, pode jogár o gás”. Segundos depois, o policial identificado como capitão Bruno inicia uma nova conversa com os manifestantes. “A partir do momento que vocês definirem o objetivo, a gente pode definir metas para vocês”, diz.
Um dos integrantes do movimento responde: “Nosso objetivo é chegar no congresso com a nossa bandeira”. Depois, em determinado momento, Bruno e outro PM são filmados jogando gás contra o grupo.
Então, um manifestante questiona o ato. “A gente não ultrapassou o limite que o senhor impôs. Mesmo assim, o senhor agrediu a gente. Por quê?”, perguntou.
Sorrindo para a câmera, o PM responde: “Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar: capitão Bruno, do BP Choque”.
Na internet, o vídeo ganhou comentários negativos sobre o suposto ato arbitrário.
O Yahoo entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Militar do Distrito Federal, que disse não ter recebido nenhum comunicado oficial de algum superior sobre o assunto e a veiculação do vídeo.
Em conversa com o portal, o sargento Edimar disse que não tinha recebido explicou que a PM DF está sem conexão com a internet desde as 7h deste domingo, 8.
Mais tarde, via e-mail, a assessoria informou que "o comando da corporação determinou o encaminhamento do link informado para o Departamento de Controle e Correição (Corregedoria), no intuito analisar e avaliar se é o caso de instaurar procedimento apuratório."
Um dos integrantes do movimento responde: “Nosso objetivo é chegar no congresso com a nossa bandeira”. Depois, em determinado momento, Bruno e outro PM são filmados jogando gás contra o grupo.
Então, um manifestante questiona o ato. “A gente não ultrapassou o limite que o senhor impôs. Mesmo assim, o senhor agrediu a gente. Por quê?”, perguntou.
Sorrindo para a câmera, o PM responde: “Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar: capitão Bruno, do BP Choque”.
Na internet, o vídeo ganhou comentários negativos sobre o suposto ato arbitrário.
O Yahoo entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Militar do Distrito Federal, que disse não ter recebido nenhum comunicado oficial de algum superior sobre o assunto e a veiculação do vídeo.
Em conversa com o portal, o sargento Edimar disse que não tinha recebido explicou que a PM DF está sem conexão com a internet desde as 7h deste domingo, 8.
Mais tarde, via e-mail, a assessoria informou que "o comando da corporação determinou o encaminhamento do link informado para o Departamento de Controle e Correição (Corregedoria), no intuito analisar e avaliar se é o caso de instaurar procedimento apuratório."
JORNAL DE BRASÍLIA REVELA:
Violência e deboche gravados
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Da Redação, com agências
redacao@jornaldebrasilia.com.br
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Embora a ação da polícia tenha sido elogiada pela Secretaria de Segurança, relatos de manifestantes de sábado, que denunciaram o uso da força sem necessidade, são comprovados por meio de imagens. Um vídeo divulgado na internet mostra um capitão do Batalhão de Choque da PM atingindo intencionalmente manifestantes com spray de pimenta durante o protesto no Dia da Independência.
No vídeo, feito por ativistas, os manifestantes atingidos não estavam agindo violentamente nem tentando passar pelo limite imposto. O manifestante que faz as imagens pergunta, então, por que o capitão havia jogado o gás. "Porque eu quis. Pode ir lá e denunciar, tá bom? Capitão Bruno, BP Choque", respondeu o policial.
O chefe da assessoria da SSP-DF, Carlos Carone, disse que tinha conhecimento do vídeo. Ele informou que o caso só será investigado se uma queixa formal for feita à Corregedoria da PM. O mesmo vale para outras agressões cometidas contra manifestantes ou jornalistas.
"Os que se sentem agredidos, ofendidos ou ameaçados têm que fazer a denúncia na corregedoria. Se não há denúncia, fica como se não houvesse crime", afirmou.
Punição
Se houver denúncias, os casos serão investigados e os policiais podem ser punidos com advertências leves ou até prisão militar. Carone disse que eventuais excessos da polícia são punidos exemplarmente e que, por isso, abusos não são comuns na corporação.
Questionado sobre um vídeo publicado ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo, que mostra dois manifestantes, já presos, sendo agredidos pela polícia, Carone respondeu que não era possível saber se o vídeo era realmente deste sábado. Ele afirmou que os policiais que aparecem nas imagens serão ouvidos sobre o caso.
Agressões a profissionais da imprensa
A reportagem questionou a assessoria de imprensa da PM sobre o vídeo postado ontem e sobre o uso de spray de pimenta também contra jornalistas. Há inúmeros registros de policiais atingindo intencionalmente profissionais de imprensa. O assessor, que se identificou como sargento Gomes, não quis se manifestar e disse que não iria acionar o comandante-geral da PM, Jooziel de Melo Freire.
A assessoria do governo Agnelo disse que as denúncias serão investigadas pela corregedoria.
Após truculência em protesto, ato público vai pedir afastamento de capitãoImagens registram excessos de policiais contra manifestantes e jornalistas durante o Sete de Setembro. A ação foi repudiada por diversas entidades, entre elas a Abert e a Fenaj
Publicação: 09/09/2013 06:35 Atualização: 09/09/2013 07:12
| Três fotógrafos e um repórter do Correio foram agredidos enquanto faziam a cobertura das manifestações, entre eles Monique Renne (D) |
A segurança se preparou para o Sete de Setembro com um forte esquema na área central de Brasília. Pelo menos 4 mil PMs foram colocados nas ruas. Para garantir as comemorações do Dia da Independência, alguns cometeram excessos registrados em vídeo e fotos. Na área central, manifestantes pacíficos e jornalistas foram agredidos. A ação policial repercutiu em sites e jornais de todo o mundo e foi repudiada por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) e que representam a imprensa brasileira.
Jornalistas do Correio e de outros veículos se tornaram alvo da ação truculenta do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães). Os profissionais da imprensa, que portavam crachás de identificação, foram atingidos por bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, além spray de pimenta e balas de borracha.
| Carlos Vieira (E) precisou de ajuda para se recuperar; André Coelho, de O Globo, foi atingido por bala de borracha |
| Breno Fortes (E) foi empurrado quando tentava ajudar colega; Arthur Paganini também foi empurrado e atingido por spray |
Saiba mais...
Balanço sobre danos patrimoniais das manifestações ainda não foi divulgado Jornalistas do Correio sofrem agressões da PM durante manifestações De acordo com o governo, 50 pessoas foram detidas nas manifestações Secretário: polícia agiu corretamente e direito à democracia foi exercido Sindicato dos jornalistas do DF lamenta agressões policiais a profissionais Entidades repudiam ação da polícia contra jornalistas em protesto de sábadoRepúdio
O uso de spray de pimenta por policiais do BPChoque da PMDF foi flagrado por um manifestante que tentava chegar ao Congresso Nacional com uma bandeira. No vídeo, registrado próximo à Rodoviária do Plano Piloto pelo grupo BH Protesta, é possível identificar um cinegrafista e um outro homem sendo atingidos pelo jato. A imagem mostra policiais militares impedindo o grupo de seguir com a bandeira a partir de um determinado ponto.
Questionado pelo cinegrafista sobre a ação, o comandante do BPChoque, capitão Bruno Rocha, confirmou que agiu deliberadamente e ironizou a situação. “Sim, (usei o spray) porque eu quis. Pode ir lá (à Corregedoria da PMDF) denunciar.” Indignados, pelo menos 400 jovens marcaram, pelas redes sociais, uma manifestação para quinta-feira. Eles pedirão a demissão do capitão Bruno.
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Fonte:
QUEM É O POLICIAL DE BRASÍLIA ?
Como em todo lugar, Pessoas Honestas e Desonestas envolvida na criminalidade e em política, desrespeitando a dignidade humana.
Policial militar integrava quadrilha que assaltava residências em BrasíliaEntre os presos estão um policial militar. A quadrilha praticava os crimes desde outubro de 2012
Publicação: 09/09/2013 09:17 Atualização: 09/09/2013 12:23
Quatro pessoas, entre elas um policial militar, foram presas em flagrante, por volta das 5h desta segunda-feira (9/9) em Ceilândia, suspeitas de integrar uma quadrilha que assaltava residências no Distrito Federal. A operação também apreendeu armas de uso restrito, veículos, dinheiro e objetos roubados.
As prisões foram realizadas quando o sargento da PM Eduardo Seixas Dourado, de 49 anos; Francisca Eversina Holanda dos Santos Fernandes, 39 anos; o gesseiro William Soares, 33 anos; e Jorge Luiz de Brito, 32 anos, roubavam uma casa na QNM 34.
Segundo a polícia, William e Jorge entraram na casa e prenderam as vítimas em um cômodo. Enquanto isso, Eduardo e Francisca ficaram do lado de fora da residência porque rondavam a região para ver se havia policiais por perto. No entanto, policiais civis já estavam de campana no local do crime.
Leia mais notícias em Cidades
Eduardo e William que apontavam para o grupo qual seria a melhor casa para roubar. William assaltou casas em que fez reformas. De acordo com o delegado-chefe da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), Fernando César Costa, a quadrilha praticava os crimes desde outubro de 2012. Eles roubavam casas no DF e no Entorno.
O grupo foi autuado por roubo triplamente qualificado, formação de quadrilha e restrição das vítimas. William e Jorge também vão responder por porte ilegal de armas. Francisca, Jorge e William estão presos no Departamento de Polícia Especializada (DPE) e Eduardo encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar.
As prisões foram realizadas quando o sargento da PM Eduardo Seixas Dourado, de 49 anos; Francisca Eversina Holanda dos Santos Fernandes, 39 anos; o gesseiro William Soares, 33 anos; e Jorge Luiz de Brito, 32 anos, roubavam uma casa na QNM 34.
Segundo a polícia, William e Jorge entraram na casa e prenderam as vítimas em um cômodo. Enquanto isso, Eduardo e Francisca ficaram do lado de fora da residência porque rondavam a região para ver se havia policiais por perto. No entanto, policiais civis já estavam de campana no local do crime.
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O grupo foi autuado por roubo triplamente qualificado, formação de quadrilha e restrição das vítimas. William e Jorge também vão responder por porte ilegal de armas. Francisca, Jorge e William estão presos no Departamento de Polícia Especializada (DPE) e Eduardo encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar.

